

| Bloco de definição |
| O custo total de uma parada por falha térmica é a soma do custo direto (conserto, peça e mão de obra técnica) com os custos indiretos (produção perdida, refugo, prazos e reputação). O custo direto costuma ser a menor parte da conta. Fonte: Siemens/Senseye, True Cost of Downtime. |
| Custo visível (o que se vê) | Custos ocultos (o que não se vê) |
|---|---|
| Manutenção emergencial Peças de reposição Mão de obra técnica do reparo | Produção perdida no período Mão de obra parada, mas paga Refugo e requalificação de produto Retomada e reaquecimento do processo Multas e prazos não cumpridos Reputação e confiança do cliente |

| Dado de mercado |
| US$ 1,4 trilhão por ano é o que as 500 maiores empresas do mundo perdem com paradas não programadas, o equivalente a 11% da receita. Fonte: Siemens/Senseye, True Cost of Downtime 2024. |
| Bloco de processo |
| Prevenir sai mais barato que remediar. Segundo a Siemens/Senseye, corrigir antes da falha reduz em até 40% a necessidade de peças de reposição, além de evitar a parada e todo o custo oculto que vem com ela. |
| Sobre o autor |
| Leonardo Padeiro é Diretor e Gestor da Refriac. À frente da empresa, atua no segmento de refrigeração industrial com foco em projetos e equipamentos especiais, soluções térmicas customizadas para a carga e as restrições de cada operação. A Refriac está no mercado desde 1977 e atende setores como data centers, químico, alimentos e transformação de plásticos. |